Quando nós abrimos o nosso coração, abrimos um mundo de possibilidades, e ficamos vulneráveis a sentir emoções de todo tipo. Boas e ruins.
Paixão sempre vem acompanhada de medo, de ansiedade, de um pouco de desespero, de falta de razão. A gente não controla muito o que sente.
E depois quando você assume pra você mesmo que está, de fato, apaixonado vem a fase da inquietação. Nada tá bom, você quer sempre mais, você quer engolir a pessoa até se fundir nas entranhas, e absorver cada centímetro, e cada palavra, e cada sorriso, e cada movimento dela.
E às vezes a outra pessoa também quer, e vocês se comem com os olhos em cada encontro, e em cada toque é uma eletricidade tamanha, que poderia iluminar uma cidade inteira. E eu tô falando sério, não é brincadeira, você sabe, a onda é forte.
Mas qualquer relação deve ser alimentada, pra ser consumada. Se uma das partes deixa de cultivar, até o maior dos amores, morre.
Se você pensa que tá amando tanto alguém, e que nunca vai conseguir deixar de sentir isso, não se engane. Passa.
Aham, PASSA!
Fique sem ver , sem ouvir, sem ter notícias de alguém pra ver como o sentimento muda!
Pra alguém ser importante, a gente precisa tornar aquela pessoa importante. Se não, ela é só mais uma pessoa.